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O povo que não conhece sua história está fadado a padecer, diz jornalista

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LUANA SOUTOS É triste um povo que não conhece a sua própria história. Há cem anos, vivíamos a maior Greve Geral já registrada no nosso país. Milhares de trabalhadores paralisaram suas atividades, em diversos setores produtivos, com uma forte reivindicação: o direito de ter direitos.  Um século depois, aqui estamos, tentando construir uma Greve Geral que deve marcar o 28 de abril de 2017, na tentativa de evitar a retirada de direitos conquistados por aqueles que viveram e brigaram, em importantes períodos do século XIX, por tudo o que temos hoje. Seria cômico, se não fosse trágico, ver algumas pessoas questionando, criticando ou tentando atrapalhar o movimento dos trabalhadores bem do alto do conforto que um emprego formal oferece. Ao contrário do que parece, carga horária de trabalho definida, salário reajustado todos os anos, direito a férias, 13º salário, licença maternidade, creches e escolas para deixar os filhos em segurança não são facilidades inerentes à nossa...

PGE cadastrou mais de 60 mil documentos em 2016

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Execuções fiscais representam 24% dos documentos cadastrados. Everaldo Galdino – PGE A Procuradoria Geral do Estado, por meio da Gerência de Protocolo e Arquivo, cadastrou 64.675 documentos em 2016. É o que aponta o relatório do Sistema de Protocolo Único do Governo de Mato Grosso.   Foto: Maria Anffe - Gcom-MT O levantamento foi divulgado esta semana, pela Superintendência de Arquivo Público da Secretaria  de Estado de Gestão,  responsável por gerenciar o Sistema de Protocolo no âmbito da Administração pública estadual, desde 2008. Em relação ao levantamento de 2015, quando o número de protocolizações  registrou 60.555, houve aumento de 4.120 cadastros, ou seja  em torno  de 9%. Entre os assuntos mais cadastrados pelo setor da PGE no ano passado, 13 deles foram apontados, representando 80% das protocolizações da instituição.  As  execuções  fiscais atingiram 15.544  protocolizações, o que corresponde a 24,...

Rogério Gallo destaca “aproximação” entre procuradores ativos e aposentados do Estado

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O procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, recebeu   um grupo de  procuradores aposentados  e representantes  da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso (Apromat) na sede  da PGE, onde ele destacou a aproximação da classe dos advogados públicos ativos e inativos do Poder Executivo Estadual.     Foto: Maike Toscano - Gcom-MT O encontro ocorreu  na  tarde desta quinta-feira (16.02). Na ocasião,  o gestor da PGE deu  boas vindas  e agradeceu  a visita do grupo,  que  estava representado pela  presidente da Apromat,  Glaucia Amaral, procuradora do Estado. Na oportunidade, ele também aproveitou para apresentar os membros presentes da PGE, que estão na equipe de gestão, como a procuradora geral adjunta, Gabriela Novis, o novo diretor-geral,  Kleber Geraldino Ramos dos Santos, e a procuradora Gláucia,  que finaliza sua gestão à frente da Apromat,  e será ...

Governo do Estado fará concurso para a Seduc, com 5,7 mil vagas

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Helson França   |  Seduc/MT   O Governo do Estado vai abrir concurso público voltado aos profissionais da Educação de Mato Grosso com a oferta total de 5.748 vagas, entre todos os níveis de formação. Serão 2.617 vagas para professor (nível superior) da Educação Básica, 355 para técnico administrativo (nível médio) e 2.776 para apoio administrativo (nível fundamental).  Foto: Maike  Toscano Com a realização do concurso, a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) cumpre o compromisso firmado com os trabalhadores da Educação, no ano passado. Para o cargo de professor, a carga horária definida será de 30 horas semanais, atendendo a pedido do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Mato Grosso (Sintep-MT). A Seduc aguarda apenas o parecer da Secretaria de Estado de Gestão (Seges) para dar andamento aos trabalhos e posterior divulgação do edital – o que deve ocorrer em breve. No orçamento da Seduc para este ano já está assegurado o ...

Crise, momento de inovar

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 Artigo Maria Stella Lopes Okajima Conselvan * Mesmo em tempos normais, fazer a administração pública funcionar não é nada fácil, dado que o gestor precisa lidar com uma quantidade tão grande de variáveis - muitas das quais não estão ao alcance dele resolver -, que mesmo o melhor planejamento pode ruir da noite para o dia. O orçamento previsto vai se concretizar? Das inúmeras necessidades, teremos acertado na escolha das mais prioritárias? A licitação vai correr da melhor forma? Haverá concorrência em número suficiente para que o preço seja o menor possível? A empresa ganhadora vai conseguir entregar o serviço (e no prazo)? Dentro desse período, algo muito drástico vai ocorrer que nos obrigue a canalizar os mesmos recursos para outras fontes? Haverá interferências políticas que nos obriguem a mudar de rota? São apenas alguns dos muitos dilemas que assombram o gestor público em todas as partes do mundo - e no Brasil de um modo ainda mais exacerbado. Em dias nublados c...

Esperança é o sonho que se vive acordado!

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Rogers Jarbas* Minha trajetória de vida iniciou-se em 1974 na minha amada Penápolis, no interior do Estado de São Paulo. Filho de pais pobres, mas de caráter, nenhuma tarefa remuneratória poderia ser afastada, por isso, de lavador de banheiros a atendente de balcão, todo trabalho era executado com a máxima dedicação.   Ainda não pensava em salvar o mundo, mas o observava com muita atenção, sempre buscando entender os motivos dos fatos bons ou ruins que se apresentavam. Todavia, pela tenra idade e pouca instrução, muitas dúvidas permaneciam. Certa vez encontrei minha mãe chorando, em silêncio, na cozinha da nossa residência. Ela, que produzia salgados para vender na porta de escolas (à época com muros baixos e/ou telas de grandes vãos), afirmou com profunda tristeza que haviam subtraído o dinheiro do gás, que estava sobre a geladeira vermelha e de porta pesada que possuíamos. Não entendia exatamente o que ocorria, mas aquela cena marcou minha trajetória. Al...

"Não sentei para chorar", desabafa procurador do Estado em artigo

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Artigo Por José Vitor Gargaglione Não sentei para chorar. Foi tudo muito rápido. Na minha mente, apenas uma certeza: O homem é fruto de suas escolhas. Essa insofismável lei de causa e efeito tinha, mais uma vez, me acertado em cheio. Dessa feita, certeiro e mortal, o projetil de uma célula defeituosa me atingiu na bexiga, rasgando em sua trajetória todos os planos e sonhos que tinha para esse ano. A ilusão da vitalidade que esbanjava não foi suficiente para encarar um diagnóstico de câncer. Ainda mais um tão agressivo, que invadia a camada muscular da bexiga. Os médicos consultados eram unanimes, precisava operar. Uma cirurgia cheia de riscos e incertezas. Ou então, me submeter a uma radioterapia e, depois, a uma quimioterapia para tentar extirpar o tumor. A dúvida, inimigo cruel, invadia meu coração. Esse foi o ápice da enorme angustia que passei desde o instante em que recebi o laudo da biopsia. Realmente, onde há dúvida, há conflito. E o conflito destrói toda esperança...